sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

2º Dia – A magnitude da sabedoria


  O saber leva-nos e pensar nas diferenças entre o que se considera bem e mal, mas por absoluto que se pense, cada tema leva a uma vertente diferente que se divulga em raízes infinitas, onde os actos tentam perdoar as razões e assim, as consequências tornam-se um mero acaso do destino que vai sendo escrito em linhas tornas, numa vida onde tanto o início como o fim se tornam um mistério oculto, em verdades e factos que mergulham o saber em perguntas e acusações que os sábios tentam desmascarar, em respostas e experiências que nem sempre são as mais acertadas.
   Posso neste mesmo momento perguntar porque interrogar tais ideias que correm na minha mente como vento cortante, mas a verdade é que o pensamento humano tem destas coisas, deixa-nos pensar e vaguear em questões e em multidões de dúvidas que nos vão moldando com o tempo, quem sabe seja assim a origem da insegurança que nos deixa frios e cautelosos perante tais factos, os mesmos são curiosos, ambiciosos e acima de tudo ambíguos, pois cada palavra esconde sentidos e pedidos que a mente deixa viver superficialmente nas suas veias, no meu pensamento até que se o sonho envolve por absoluto cada assunto em doces e talvez impossíveis realidades, que nunca passarão disso mesmo, de possibilidades.
  Escrevo frases sem fim, mas na verdade continuo a questionar sem fronteiras o que sei e o que quero desvendar, em livros, no olhar de cada um, tudo o que para mim se reduz a palavra oculto, contudo é essa a razão pela dita insaciedade que nos corre nas veias, a dita falta de algo, talvez aches-me louco, agora pergunto eu, porque por mais que diga, por mais que pense estarei sempre na fronteira das questões que se tornam infinitas com o passar do tempo, assim se transcreve a magnitude da sabedoria.

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