O
saber leva-nos e pensar nas diferenças entre o que se considera bem
e mal, mas por absoluto que se pense, cada tema leva a uma vertente
diferente que se divulga em raízes infinitas, onde os actos tentam
perdoar as razões e assim, as consequências tornam-se um mero acaso
do destino que vai sendo escrito em linhas tornas, numa vida onde
tanto o início como o fim se tornam um mistério oculto, em verdades
e factos que mergulham o saber em perguntas e acusações que os
sábios tentam desmascarar, em respostas e experiências que nem
sempre são as mais acertadas.
Posso
neste mesmo momento perguntar porque interrogar tais ideias que
correm na minha mente como vento cortante, mas a verdade é que o
pensamento humano tem destas coisas, deixa-nos pensar e vaguear em
questões e em multidões de dúvidas que nos vão moldando com o
tempo, quem sabe seja assim a origem da insegurança que nos deixa
frios e cautelosos perante tais factos, os mesmos são curiosos,
ambiciosos e acima de tudo ambíguos, pois cada palavra esconde
sentidos e pedidos que a mente deixa viver superficialmente nas suas
veias, no meu pensamento até que se o sonho envolve por absoluto
cada assunto em doces e talvez impossíveis realidades, que nunca
passarão disso mesmo, de possibilidades.
Escrevo
frases sem fim, mas na verdade continuo a questionar sem fronteiras o
que sei e o que quero desvendar, em livros, no olhar de cada um, tudo
o que para mim se reduz a palavra oculto, contudo é essa a razão
pela dita insaciedade que nos corre nas veias, a dita falta de algo,
talvez aches-me louco, agora pergunto eu, porque por mais que diga,
por mais que pense estarei sempre na fronteira das questões que se
tornam infinitas com o passar do tempo, assim se transcreve a
magnitude da sabedoria.